Em uma tribo bem distante daqui,havia um índia e o nome dela era Apoema. Apoema era uma jovem doce,bondosa e muito bonita. Certo dia ela estava na beira do mar,quando um jovem muito belo apareceu. Ele chegou perto dela e sorriu,ela ficou encantada,é claro. Eles passaram um tempo se olhando e sorrindo. E foi só isso o que aconteceu,logo depois,ele virou e foi embora. Apoema ficou parada,confusa. Pensou a noite inteira naquele caçador misterioso e no porque dele ter ido embora,sem falar nada. No outro dia,ela foi caminhar no mesmo lugar e depois de um tempo,ele apareceu. Mas dessa vez foi diferente,eles conversaram.Naquela noite,Apoema dormiu feliz e até sonhou com o jovem caçador. No outro dia ela foi ao mesmo lugar,esperando encontrá-lo. E encontrou. Passaram-se os dias e os dois começaram a namorar. Mal sabia ela,que ele era um mulherengo e que tinha sabe-se lá quantas mulheres atrás dele. Eles sempre andavam pela floresta,escondidos,pois ninguém na tribo poderia saber. Um dia,eles estavam na floresta,de frente para o mar,quando ela viu uma mulher,com um arco e flecha na mão. Apoema ficou super assustada,ainda mais quando viu que a moça estava mirando no peito de seu amado. A moça se aproximou e disse-Fazendo índias ingênuas de idiota ? Como sempre....- O jovem rapaz não dizia nada,estava bastante assustado para abrir a boca. Então a moça olhou para Apoema e disse- Você não é a única,sabia ? - Se aproximou mais,mirando no coração do jovem. Ele deu um passo para trás e falou - Não é bem assim,Apoema é diferente,Apoema é especial,única. Apoema estava chorando,confusa. A moça riu,mirando no rapaz. Quando Apoema viu o que ela estava prestes a fazer,se jogou na frente de seu amado,fazendo com que a flecha acertasse seu peito. Apoema,chorando,caiu para trás,no mar. E quando Apoema caiu,o mar começou a brilhar. Apoema tinha virado parte do mar,várias gotas se juntaram e deram forma á ela,que foi buscar seu amado. O jovem pegou a flecha e enfiou em seu próprio coração,se jogando no mar. Foi assim que os dois viraram mar. E todas as vezes que parecer que o mar está brilhando,é Apoema e seu amado,que estão felizes.
Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Pássaros.
Podem me chamar de louca,mas eu desejo voar....sim,eu desejo voar como os pássaros,livre,feliz. Poder sair por aí contemplando o céu,dormir de dia e ficar acordada á noite,como uma coruja,para poder voar e chegar mais perto da lua,ver as estrelas,sentir o vento enquanto eu voo,para longe,para bem longe.
FUCK OFF
As pessoas tem essa mania,de achar que podem julgar os outros,né ? De achar que a vida delas é perfeita demais,certa demais,de achar que os outros não fazem nada certo. Talvez elas estejam certas,sei que na maioria das vezes,eu erro. Mas se eu não errar,quem vai errar por mim,se eu não arriscar,outra pessoa com certeza vai,se eu não me ferrar,não vou ter vivido,não é ? Porque na vida,nós nos ferramos toda a hora,noite e dia. Então me deixa ser a errada,enquanto você vive nesse mundinho mentiroso,nesse mundinho errado,todo desajeitado.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Um Trem para as estrelas.
Ela abriu os olhos e se viu deitada num banco,numa estação de trem,achou estranho,pois a pouco tempo atrás estava no meio de uma guerra horrível. Ela se levantou,olhou para os lados,confusa,sem entender nada. Se sentou,depois se deitou e mais tarde sentou novamente. Foram horas assim. Ela sentia algo por dentro,uma angústia,uma...saudade,mas não sabia do que exatamente,ou de quem,mas sentia. E era forte. Ela estava inquieta, as horas passavam,trens chegavam e partiam,ela sempre olhava,na expectativa de encontrar alguém...mas nada,ninguém. Ela desistiu e voltou a deitar,fechando os olhos com força,desejando que aquilo tudo fosse apenas mais um sonho confuso. Ela ouve um barulho alto,anunciando que mais um trem se aproximava,mas ela não deu bola,afinal aquilo era uma estação de trem,não ? Mas algo chamou a atenção dela e ela abriu os olhos.Uma luz...forte e brilhante. E ela viu,ela sentiu. Se levantou e foi ao seu encontro,ele veio depressa,sorrindo,se abraçaram. Ela sussurrou - Fiquei te esperando,você demorou.- Ele apenas sorriu,depois pegou na mão dela e os dois partiram no trem,com destino ao infinito,ou a um sonho qualquer,que nunca acabará. Um trem para as estrelas!
O Morro Dos Ventos Uivantes
"O teu sangue-frio não consegue ficar febril; corrre-te nas veias água gelada,mas nas minhas está o sangue a ferver, e ver tanta frieza à minha frente deixa-me desvairada". — Catherine Earnshaw
Me arrependo.
E eu me arrependo,de tudo que não fiz,das vezes que pensei demais e perdi a coragem,do tempo em que eu podia ser feliz e não fui. Me arrependo das amizades que deixei escapar,do tempo que não vai mais voltar e principalmente,de ter desistido de tentar.
domingo, 20 de novembro de 2011
Correndo contra o tempo.
Porque assim tão longe ? Porque assim tão quieto ? Chegue mais perto,eu não mordo,converse comigo,eu sou legal. Porque assim tão tímido ? Deixe disso garoto,venha pra cá,só assim poderemos conversar,segure minha mão,vamos dançar enquanto chove,deixar que as pessoas riem de nós,eles não estão se divertindo mesmo,nós estamos. Venha,vamos sair correndo,pular á noite na piscina,no meio da tempestade,apertar a campainha e sair correndo,olhar um para o outro e rir,pegar na sua mão e sumir. Venha,que o tempo passa e depois...depois não tem mais graça.
Que tudo se exploda.
E que tudo se exploda. Que vá para os ares. Que o amor se exploda,que você se exploda e que eu me exploda junto. Que essa falta de educação,esse politicamente correto,essa falta do que fazer,do que falar,se explodam também. Que tudo se exploda,vire pó,vire nada!
Vamos ?
Vem comigo,vamos embora. Eu sei que não sou perfeita,sei que não cuido de mim,mas posso cuidar de você,te fazer feliz. Me dê a mão,eu vou te mostrar que há lugares muito mais bonitos que esses,que você tanto gosta. Eu vou te mostrar a liberdade,o amor. Eu sei,eu sei que falam que nem tudo são rosas,mas nem tudo são espinhos. Nós poderemos fazer nossa própria felicidade,nosso próprio caminho. Não vamos pensar nos outros,em nós ou no amanhã,vamos pensar nos sentimentos,vamos correr e deixar estar. Vem comigo e eu te mostro o que é amar.
Fuga.
E daí me vem uma vontade de fugir,deixar tudo pra trás,correr...pegar o primeiro ônibus que passar na minha frente e ir pra lugar nenhum,pra não fazer nada. Eu me enjoo de lugares,pessoas,emoções. E ás vezes tenho que fugir de mim,ficar um pouco só,um pouco sóbria,fazer coisas loucas,me divertir,viver. É preciso criar asas,voar,sentir a liberdade,o vento no rosto,o barulho dos pássaros,é preciso se sentir distante,leve,alegre. É preciso ser,estar.
E eu estou cansada! Cansada dessas pessoas mascaradas,desses sorrisos mascarados,dessa vida de falsidade. Pessoas falsas me cansam,me enojam. Lugares falsos me dão raiva,sair por aí,só porque você quer que eu saia,me deixa louca. Não,eu não sou assim,não vou usar uma máscara e sair sorrindo,não vou fazer o ''jogo da falsa felicidade'' saindo por aí distribuindo sorrisos e chorando por dentro.
Solidão
E eu me escondo,eu finjo que não estou,que não sou,que não vi. Eu sou figurante da minha própria vida,da minha própria história,eu saio por aí,corro,grito,pulo,mas ninguém me vê,ninguém me nota. Eu peço atenção,mas ninguém me dá,eu grito por amor,mas eles são surdos,eu peço colo e a solidão me atende.
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